29/03/2011

Àquela...



Absolutamente "Mariada" pela doçura e encantamento de Maria. Aquela que pode ser o maior dos pesadelos femininos, mas que também soube ser a marca da beleza, da paixão pela liberdade de SER e da contradição de sentimentos que só uma mulher pode viver.

PS: Amei rir com Daniel, mas infelizmente ele não soube ter inteligência emocional e tato para ser fiel àquela que sempre o apoiou.

E nessa dança das cadeiras do grande vencedor, venceu aquela que jogou (sim, ela jogou muiiiiiito!) sem passar por cima, sem maldizer e sem trair NENHUM aliado.

VIVA MARIA!
VIVA A FORÇA DA MULHER INDEPENDENTE, SEGURA DE SEU PODER DE SEDUÇÃO E AMIGA DE VERDADE!


"Maria, Maria
É um dom, uma certa magia,
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta

Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas agüenta

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonhos sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida"

(Elis Regina)

27/03/2011

Aprendendo a jogar



Pela primeira vez em uma final de BBB me sinto dividida...

São os meus campeões: A doçura inconsequente de Daniel, a falta de pudor de Maria e a educação de Wesley.

Tentando explicar, posso dizer que minha torcida se divide por:

Daniel
Meu veneno antimonotonia durante as madrugadas de festas, com seus porres homéricos, suas trapalhadas desastradas, seu despojamento em se jogar nas situações, por me fazer rir de suas tiradas cheias de time e pitadas de humor negro, por seu poder de observação e por representar exatamente o mínimo que se espera de um reality show como o BBB, o entretenimento, a diversão.

Maria
Foi a grande protagonista do show, mostrando suas fragilidades, esfregando na cara de todos o quanto o ser humano pode ser passional, desequilibrado e sem noção quando se apaixona.
Perdendo a linha e o respeito a si própria e com isso me deixando louca da vida - talvez por perceber que muitas vezes já fiz burradas e me humilhei por uma paixão que não merecia uma lágrima sequer dos meus olhos - para em seguida me matar de orgulho e ser forte quando, mesmo bebada, enxergava o jogo feio que seu pseudo amor estava fazendo.
E então, quando eu achava que tudo estava se acertando, lá vinha ela me fazer odiá-la por ficar pedindo e ouvindo mil opiniões e segundos depois ir lá e fazer tudinho o que tinham dito para ela NÃO fazer.
Maria, é o retrato das noites em que bebadas ligamos para nossa paixão por absoltamente nada, apenas para ouvir aquela voz e para, mais uma vez, ser rejeitada em plena madrugada.

Wesley
Ah Wesley... O mocinho educado, gentil, de bom papo, que dá carinho, que ri das nossas maiores tolices, que acha bonitinho quando ficamos bravas, que se preocupa com nossas imensas ressacas e cuida... Cuida sem julgar, sem dar sermão, sem ser o controlador de nossos passos, sem manipular nossos desejos e nem regular nossas mini-saias.
Ai Wesley... Vc conseguiu representar muito bem o papel do príncipe encantado. Sim, aquele príncipe encantado que mesmo sabendo de um possível passado negro de sua amada, aceita, acolhe e a faz assim, feminina, protegida e especial.

Agora eu me pergunto: COMO ASSIM, BIAL?

Acho que preciso aprender a jogar, a torcer, a amar...

15/03/2011

Evolução da espécie... Será?



Eu ainda me choco com gente preconceituosa e intolerante às preferências sexuais alheias! Povinho mais atrasado, viu!?

Definitivamente: NÃO É PQ ALGUÉM TEM GOSTOS SEXUAIS DIFERENTES DOS SEUS QUE VC PODE APONTAR O DEDO, XINGAR, HUMILHAR E DESRESPEITAR O OUTRO!

O mais engraçado é que NINGUÉM sabe o que seu semelhante gosta na cama, até ir lá e provar, mas na hora de discriminar um homossexual, neguinho nem se lembra que tem gente que gosta de xixi na cara, de lamber fezes, de chamar e ser chamada dos piores palavrões, de apanhar, de bater e de uma infinidade de coisas que são muito PARTICULARES. Assim como o FATO de gostar de meninos ou meninas!

Se enxerguem e parem de pensar no que OS OUTROS vão pensar, pois não se criam filhos para serem julgados, mas sim amados!

Odeio quem, com a desculpa de te amar, te diz que é errado justamente AMAR!

NÃO, NÃO E NÃOOOOOOOOO A IGNORÂNCIA!
SIM, SIM E SIMMMMMMM AO APOIO EMOCIONAL, AO CARINHO, A COMPREENSÃO E AO AMOR AS DIFERENÇAS!

05/03/2011

O preço da sedução


Bruna Surfistinha é daqueles filmes em que vc vai assistir desacreditando da qualidade e sai pensando em quanto o pré-conceito foi descabido e o filme surpreendente.

A interpretação de Deborah Secco me transmitiu inicialmente, aquele olhar amendrontado e curioso de menina da Raquel, depois a mudança para o ar desafiador de quem sabe o que quer, passando pela inércia do fundo do poço nas drogas e o brilho da esperança e coragem do recomeço.

Gostei muito do que vi! Uma história densa, intrigante, intensa, que seduz, faz pensar e questionar as escolhas de cada pessoa e o preço que se paga pelas situações que vivemos, pelas situações em que nos colocamos e quais as perdas e ganhos do que a gente se dispõe a fazer para mudar e "ser" livre.

O filme me chocou em alguns momentos, mas na maioria do tempo percebi o quanto há de força, inteligência e personalidade naquela mulher.
O quanto a vontade de SER a faz determinada em transformar suas inseguranças em garra e acreditar que consegue. Mesmo nos momentos mais dolorosos, como quando arrasada pelas drogas vê sua vida ruir, seu status despencar e mesmo assim decide continuar e reconstruir tudo para, mais uma vez, mudar de vida.

Não! Eu não faço apologia a trajetória de vida da Raquel, mas sim a capacidade dela em perceber que a gente sempre pode recomeçar.

Ahhh, contém cenas fortes de sexo, mas que em nenhum momento constrangem por serem APENAS cenas de sexo, mas sim pela idéia de se imaginar na situação onde muitas coisas, dentre elas o dinheiro, se sobressaem aos desejos de Raquel, a pessoa.


RECOMENDO! O filme e o desprendimento de assitir sem preconceitos...

19/01/2011

Transexualismo, BBB e Preconceitos



Engraçado perceber como um simples programa de televisão, como o Big Brother Brasil, é capaz de entreter e também levantar questões que podem e devem ser discutidas em sociedade, pois SIM é preciso esclarecer, ensinar e só assim, quebrar os pré-conceitos existentes contra o novo, o diferente.
Nos videos abaixo, um documentário da TV americana, mostra como vivem, o que sentem e como se comportam crianças com o chamado: TRANSTORNO DE IDENTIDADE E GÊNERO, mais conhecido como TRANSEXUALISMO.
São amostras emocionantes, que podem ajudar a compreender a forma como essas pessoas lidam com a situação e como suas famílias reagem diante de algo tão complexo.

[Por curiosidade:
Transtornos mentais = Alterações do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho da pessoa na vida familiar, social, pessoal etc.
Doença = Em medicina é considerada doença as alterações da saúde que tem uma causa “determinada” e com ocorrência de alterações físicas “detectáveis”. ]

VIDEOS:

MEU EU SECRETO - Histórias de Crianças Transgêneras (Parte 1) : http://www.youtube.com/watch?v=HC57MOD4Xqw

MEU EU SECRETO - Histórias de Crianças Transgêneras (Parte 2) : http://www.youtube.com/watch?v=i4pMGMm3XQs

MEU EU SECRETO - Histórias de Crianças Transgêneras (Parte 3) : http://www.youtube.com/watch?v=E0shS5vhtw0


PARA QUEM QUISER SABER MAIS:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?421



PS: Por estas e outras que sou fascinada pela psiquiatria!

09/12/2010

Fim de ciclo: FALCULDADE / JORNALISMO



É estranho o que eu to sentindo lendo esses emails e vendo as fotos no álbum do Will...
Uma melancolia, uma saudade de coisas que talvez eu não consiga ter vivido com eles, um arrependimento de não ter ficado mais presente, de não ter conhecido mais um pouquinho de cada um.
Quero muito agradecer todos os momentos que vivi, todas as risadas que dei e o muito que aprendi com cada um.

Ai que raiva! Tô feliz por ter me formado, mas tô triste por saber que talvez nunca mais consigamos estar todos juntos (coisa que só acontecia mesmo em dia de prova).

Bom, das pessoas que estive mais próxima, acredito que tenha demonstrado todo meu carinho. Já para pessoas que eu aprendi a gostar, mas que não estavam seeempre junto comigo, eu quero que se sintam abraçadas e saibam que eu nunca vou esquecer tudo que vivi com elas. Foi tãooooooo gostoso!

Ai pára, já to chorando aqui!

A todos... obrigada, obrigada, obrigada!

Suzana

30/09/2010

Revivendo



Ele voltou...Voltou e fez meu coração acelerar, minhas mãos tremerem e meus olhos se encherem de alegria.
Não dá vontade de ficar longe, de parar de bater papo, de tocar...

Hoje me disseram que eu fico diferente quando estou perto dele. Que pareço nervosa, meiguinha, que falo docinho...

Coisa linda! Pena que é só meu amigo...

22/09/2010

Fala pouco, mas fala bonito!



E não é que o twitter se tornou fonte de inspiração?
Não apenas situações cotidianas são colocadas em míseros 140 caracteres, mas também palavras de outros twitteiros traduzem o que se passa dentro de mim e me fazem perceber o quão interessantes podem ser as idéias de outras pessoas.
Além disso, o famoso RT me fez pensar no quanto somos únicos e ao mesmo tempo semelhantes.
Chega a ser irritante saber que tem tanta gente pensando igualzinho a você neste exato momento. No mínimo, é curioso!
O twitter, para mim, é fonte de desabafo, aprendizado, curiosidade e diversão.

@Su_Zana

26/08/2010

Caindo em armadilhas



Como reconhecer um... cafajeste

Por Fabricio Carpinejar

De cara, ele pode parecer irresistivelmente sedutor. Mas o modo de agir nem sempre é o mesmo, embora um único rótulo seja usado para classificar qualquer homem com tendências a praticar canalhices. Para ajudar a enxergar os sinais de perigo antes mesmo de você se envolver e se machucar, conheça os diferentes perfis desse tipo

A tese pode não ter comprovação científica, mas a observação dos amores da vida real indica que é verdadeira: homens ao estilo gente boa, atenciosos e dedicados não despertam tantas e tão acaloradas paixões quanto os que têm ares de aventureiro indomável e deveriam trazer escrito na testa 'Pouco confiável'. Jovem ou madura, quase toda mulher tem ao menos um romance-encrenca para contar. É que a lista de razões que faz a preferência feminina recair sobre o homem-roubada é extensa.

Para começar, o tipo cafajeste é realmente sedutor -e, se nossa autoestima estiver baixa e a carência, alta, ele vai parecer ainda mais irresistível. 'O cafajeste é propaganda enganosa', diz Fabricio Carpinejar, autor do livro de crônicas 'Canalha!' (ed. Bertrand Brasil). Para ele, a mulher que se deixa levar pelo 'cafa' é carente e pouco exigente. 'Como ele cria um papel, e certamente será desmascarado, procura as ingênuas. Assim, a farsa dura mais.'

Segundo a antropóloga Mirian Goldenberg, autora de livros como 'Coroas - Corpo, Envelhecimento, Casamento e Infidelidade' (ed. Record), esse tipo é competente para satisfazer o desejo de toda mulher de ter um homem que a faça se sentir única e insubstituível. 'O cafajeste conhece a técnica de sedução para conseguir que tanto a esposa quanto a amante, ou várias namoradas, acreditem que são 'o amor da vida dele'', afirma Mirian. Ainda que alguma delas note pistas de que ele não está sendo sincero, é quase certo que se apegue à ideia de que 'comigo, vai ser diferente, meu amor irá mudá-lo'. Um erro. 'Só mudarão os falsos cafajestes', diz a psiquiatra e psicanalista francesa Marie-France Hirigoyen, autora de 'A Violência no Casal' (ed. Bertrand Brasil). 'O verdadeiro não pode ser transformado porque tem necessidade de esmagar o outro para existir.'

Até o rótulo de cafajeste, um tanto genérico, contribui para sermos atraídas para emboscadas. Acontece que os 'cafas' não seguem um único script. Ao contrário, podem assumir diferentes personagens, tornando mais difícil desmascará-los antes de o estrago estar feito. Como medida preventiva, confira suas várias faces. Talvez dê para enxergar o sinal amarelo a tempo de frear na próxima vez em que um deles cruzar o seu caminho.

O insensível
Ele é como um marinheiro, em constantes viagens pelo mundo. Não quer envolvimento, apenas curtir momentos ao lado de uma mulher, sempre com o olhar voltado para o horizonte, já pensando no próximo porto. Existe alguém mais irresistível do que esse aventureiro insensível, cheio de histórias e perfumes de diferentes lugares, com o dom de desaparecer antes mesmo de o romance ter começado? Ele pode ser visto como um cafajeste, mas também como um herói. O problema é que só trabalha em causa própria. Você sofre porque ele some justamente quando está apaixonada e envolvida. O que ele pode fazer, se nunca lhe prometeu nada e o amor nem é o seu objetivo? No fundo, não há como censurá-lo.

Por que ele é assim? Pode ser que esteja se protegendo do amor ou que esse sentimento não lhe diga nada. 'Para dar e receber amor, é preciso, antes de mais nada, ter essa cultura', diz o psiquiatra francês Serge Hefez. 'Isso significa ter sido amado o suficiente quando criança. Mas, frequentemente, esses homens nem sabem o que é o amor. Alguns estão absorvidos demais em si mesmos, outros estão apenas em busca de qualquer coisa que os leve embora. Nos dois casos, a relação de amor é vista como perigosa, pois ameaça seu egocentrismo ou freia suas aventuras.'

O predador
Consumista, enxerga as mulheres expostas em uma arara e com uma data de validade que raramente ultrapassa um fim de semana. Ama o romance pronta-entrega e pode até ser grosseiro ou agressivo ao receber uma recusa. Acha-se irresistível e seduz com frases do tipo 'Eu sinto algo especial entre nós'. Gosta de ostentar, coleciona cartões de crédito e ama espelhos no quarto para se ver em ação. Ele 'caça' mesmo acompanhado e é capaz de trair sua mulher com a melhor amiga dela. Nos sites de relacionamento, procura variados perfis (ou seja, qualquer uma) e está sempre disposto a fazer promessas de amor eterno.

Por que ele é assim? Tem a autoestima baixíssima e, por ser desprovido de amor-próprio, trata suas mulheres com o mesmo desprezo. Como inconscientemente acredita não merecer quem seduz, sabota a relação. Mas há outra possibilidade: amar não é sua prioridade. Já que as ambições profissionais e/ou sociais ocupam todo o seu tempo, o sexo sem envolvimento basta para ele.

O dominador
Sufoca, esmaga e destrói. É o ás das críticas e, na intimidade ou em público, sabe desvalorizar sua mulher como ninguém. Os três quilos perdidos são 'comemorados' com a desagradável frase 'Você não tem mais peitos'. Convencido de que é um erudito, impõe seu ponto de vista como se fosse um especialista, seja qual for o tema em pauta, de geopolítica a coloração de cabelos. A parceira acaba se anulando e desenvolvendo ferrenha autocensura.

Por que ele é assim? 'Sua sobrevivência psíquica parece estar ligada à depreciação dos outros. Ele é como alguém que se afoga e esmaga a cabeça do seu salva-vidas para sobreviver', compara a terapeuta comportamental Isabelle Nazaré-Aga, da França. Ao oprimir o outro, ele se sente poderoso. Não raro, esse homem se acha a parte inferior do casal, seja porque seu trabalho é menos valorizado e ele ganha menos ou porque seu grau de instrução é menor do que o da parceira.

O narcisista
Charmoso e cativante até o momento em que você cometer o 'erro' de ter problemas. Diante de depressão, doenças, dificuldades no trabalho, desemprego e afins, ele sai pela tangente. É que ele não suporta qualquer coisa que possa provocar máculas à própria imagem e sonha em formar um casal tão perfeito que faria o Ken e a Barbie morrerem de inveja. Então, se você não está mais em forma -ou, pior, ele julga que nunca esteve-, 'procurará outro alguém com quem poderá passar uma imagem que lhe permita continuar em seu pedestal', diz Marie-France.

Por que ele é assim? 'Espera que o casal cure seu mal-estar interior. O que oferece não é nada além de um amor narcisista e é difícil distinguir a adoração do ser amado da adoração de si mesmo', afirma Marie-France. Hefez completa: 'Ele não tem autoestima devido a decepções precoces. Mal-amado, não-amado, rejeitado, o que resta senão amar a si mesmo?'

O medroso
O amor é encarado como contratempo. Pode se mostrar atencioso, amável, feliz em interagir com seus amigos e sempre disposto a fazer declarações. Mas, quando perceber que você está pronta a transformar o 'eu' em 'nós', entrará em pânico e se tornará distante ou sumirá. Recusará (por e-mail!) até os programas que ele mesmo planejou com você. Pode até cancelar um casamento marcado. Você não poderá fazer nada, pois o problema é com ele mesmo.

Por que ele é assim? 'Tem medo de se perder e ser engolido pelo amor, de ser abandonado ou traído', afirma Marie-France. 'Sua infância não o permitiu elaborar bases suficientemente sólidas para que seu narcisismo aceite que amar é também correr o risco de sofrer. Como as relações afetivas não oferecem garantias, alguns preferem fugir. Outros se tornam agressivos para mascarar o menininho amedrontado dentro dele.'

O mentiroso
Nunca sabe o nome do hotel que esteve agora há pouco nem lembra seu número de telefone para avisar que vai demorar. Quando muito, é possível alcançá-lo no celular. Se você o questiona sobre as reuniões repentinas aos domingos, ele contra-ataca: 'Para fazer uma pergunta dessas, você deve ter algo a esconder!' Marie-France analisa: 'Seu objetivo é sempre estar por cima. Assim, desestabiliza a mulher e a leva a duvidar da veracidade daquilo que acaba de acontecer ou de ser dito.'

Por que ele é assim? Porque funciona para ele. Esse homem ama a si mesmo e seu único objetivo é o próprio conforto, por isso adapta os cenários às suas necessidades. Pouco importa o que o outro sente. Ele construiu uma imagem negativa das mulheres, que vê como poderosas, logo perigosas. Então, na presença delas, se sente subjugado e reage.

O desapegado
Mantém rígido controle sobre si e não gosta de se arriscar. Você sempre o leva para casa (nunca cogitam ir à dele) ou a um hotel e ele parte às 3h sem explicações, cafés da manhã a dois ou aparições em público. Nunca a apresenta aos amigos nem quer conhecer os seus. Jamais tiram férias juntos. Apaixonada, você nem percebe. Até ele desaparecer.

Por que ele é assim? 'O amor é visto como uma complicação a mais em um mundo já difícil e ele prefere ficar na esfera confortável das relações sem amanhã', analisa Marie-France. Outra possibilidade: ele idealiza demais e, como encontrar a perfeição é impossível, seus relacionamentos são sempre mornos. 'Ele vive inconscientemente o fracasso de suas relações como se isso fosse benéfico, pois seus fantasmas e ilusões continuam intactos', diz a psicanalista francesa Sophie Cadalen.

O adolescente
Não quer crescer e abandonar os maus hábitos que aprendeu com a mamãe. Mesmo que esteja comprometido, ele continuará a se ver como um garoto solteiro. Seus amigos são sua prioridade e, tranquilamente, a abandonará um fim de semana inteiro por qualquer diversão com eles. Colocará sempre os pés na mesa e nunca os pratos na pia. O problema é que ele a vê como mamãe-empregada-gueixa.

Por que ele é assim? Foi criado com a ideia de que 'mulheres devem servir aos homens, consolá-los e dar-lhes estabilidade', diz Marie-France.

O perverso
Atencioso no começo, faz com que se sinta 'a eleita'. Como sabe fingir reciprocidade, logo a deixa viciada nele. Mas, quando você mostra que foi fisgada, seu comportamento muda. Apenas na intimidade. A sós, ele destrói sua autoconfiança, mina suas certezas, alimenta suas culpas. Em público, continua agindo como um perfeito príncipe. É sua tática para mantê-la isolada. O que adianta desabafar se ninguém acreditará em você?

Por que ele é assim? 'Recusar-se a ter uma comunicação direta é sua grande arma. A mulher se vê obrigada a fazer exigências e dar respostas que a levam a cometer erros. E ele sempre enfatiza esses erros para lembrar sua nulidade', avalia Marie-France. Resultado: a parceira se sente esvaziada, idiota e sozinha. O tipo é destrutivo e não sabe ser de outra forma. 'Normalmente, foi machucado na infância e tenta sobreviver da forma como aprendeu. Para muitos, é impossível não associar o amor ao ódio.


Fonte: CadernoRMulher

12/08/2010

Fazendo da relação um negócio



Muita gente diz que mulher gosta de dinheiro e que quem gosta de homem é gay!
Começo a perceber que há um fundinho de verdade nisso tudo...

Na verdade o que simboliza o dinheiro?
Dinheiro, para mim, simboliza segurança!
E o que uma mulher busca num homem para um relacionamento?
Procuramos segurança, admiração, companheirismo, carinho, sexo, amizade, respeito e etc...

Dá para admirar um cara que não põe a mão no bolso nem para um lanche no Mc Donalds, um cinema, para um motel... e que faz a mulher pagar tudo SOZINHA e PARA OS DOIS?

NÃO, Não dá!

Homem é bom demais e gente até se acostuma com alguns defeitinhos, mas um cara que não faz uma, que tem milhares de prioridades antes de agradar a mulher que ele está e que faz de dela uma trouxa é um lixo!

Isso tem nome...interesse! E mulher interesseira já é feio, imagina homem...

COMO PODE?
TÔ ERRADA!