Há 5 anos
15/11/2012
Só sei, que nada sei.
Às vezes parece que somos uma fraude.
Uma cópia de pensamentos alheios, de culturas impostas.
Um emaranhado de ideias incompletas.
Fragmentos desordenados de grandes e falsas verdades.
Você já parou pra pensar se o que você acredita ou acha que sabe, vem de você ou é produto do que outras pessoas disseram?
Você tem certeza das coisas que acredita?
Você tem certeza do que diz?
A gente se autoboicota, se deixa manipular.
10/11/2012
De volta para o futuro
Eu pensei, eu pedi, eu implorei e mais uma vez Ele tenta me dar um oportunidade.
Que tal ter um pouco de coragem e tentar de novo?
Que tal me dar mais uma chance de fazer acontecer?
Que tal acreditar em mim e no que as pessoas ao meu redor tanto dizem?
Pq tudo tem que vir cercado de tanto medo e insegurança?
Pq será que eu não consigo ter fé justamente naquilo que eu estudei pra fazer?
Pq será que eu me sinto tão segura fazendo outras coisas e no que eu mais preciso eu travo?
Talvez essa seja a oportunidade que eu precisava pra mudar o rumo da minha vida, pra crescer, pra encarar os fantasmas e pra viver a vida que eu sempre sonhei.
Não, eu não quero MUITO da vida.
Só um pouco de conforto, conhecer novas pessoas, me sentir útil, poder trabalhar no que gosto e ser RECONHECIDA pelo que faço.
Será que ainda sou capaz de viver do velho sonho?
#TENSO
15/10/2012
09/10/2012
Labirintos
Tem coisas que a gente faz e depois percebe que tava fazendo papel de idiota.
Tem coisas que a gente faz e depois percebe que estava indo contra o que acredita.
Tem coisas que a gente faz e depois vê que pode magoar alguém.
E dói! Sempre dói...
Sou coração mole... Minha cabeça tá uma confusão só.
Cabeça e corpo fora de sintonia.
Há coisas que são difíceis de evitar. MUITO DIFÍCEIS!
Ainda mais quando uma coisa representa outra e outra e outra...
Não sou o tipo de pessoa que pensa numa coisa por apenas um ângulo.
Nas minhas ações as coisas são pensadas nas mais diversas possibilidades. E sabe o que irrita mais? Que mesmo que ache que calculei tudo, sempre há uma nova vertente, uma outra possibilidade e então eu perco o controle.
E SIM... EU ODEIO PERDER O CONTROLE!
06/10/2012
Por outros olhares
Posso até não ter me identificado com a área que havia escolhido exercer profissionalmente, mas não posso negar nunca minha essência de comunicadora.
De quem gosta de questionar, de tentar mudar, de fazer diferente, de encontrar e mostrar que novos caminhos podem e devem ser feitos.
Na prática, muito do que acontece no mercado de trabalho não condiz com a teoria, mas cada um que sabe e segue seus instintos pode e deve tentar imprimir sua marca no dia a dia. Desta forma, acho que é possível unir obrigação e prazer.
Antes eu acreditava que com o Jornalismo eu poderia mudar as coisas, denunciar, gritar minhas indignações, mas com o tempo fui percebendo que na verdade a área não tem absoluatmente nada de livre e que como tudo na vida é composta por interesses e pouca coisa realmente importante.
Depois da fase de confusão, senti que poderia seguir por inúmeros caminhos e que o que eu vi e aprendi na faculdade pode ser utilizado seja lá com que eu vá fazer.
Hoje trabalho numa área absurdamente diferente da que estudei, porém na minha rotina coloco tanto da minha bagagem acadêmica que muitas vezes nem percebo que não era aquilo que lá atrás eu havia sonhado viver.
E então concluo que no final das contas, fundamental mesmo é acreditar e se sentir motivado com o que temos que fazer.
06/09/2012
Decisões
Tem dias que a gente dá um trato no visual, põe aquela roupa especial e capricha no make para se sentir mais confiante. Mesmo assim a coisa não engrena. A conta não fecha. A autoestima está na lama.
Um filme que se repete, uma história que você já conhece o final, uma paixão platônica, o tesão recolhido. Tudo isso contribui!
A chegada da idade, a consciência de que é hora de crescer, de bater asas e voar, de sair da barra da saia de mamãe e papai. Tudo isso atordoa!
A relação com o espelho, a falta de foco, a falta de força de vontade, as escolhas intempestivas, os prazeres momentaneos. Tudo isso entristece!
O trabalho que não é reconhecido, o gostar que não leva a nada, o jogo de aparências, o ter que aceitar sem concordar, o "manda quem pode, obedece quem tem juizo". Tudo isso angustia!
A vida parece girar em circulos infinitos que não levam a lugar algum.
Pensar só não resolve.
"Embaixo das cobertas o mundo não me afeta, consigo até sorrir. Deitada o dia inteiro, contei pro travesseiro tudo que dói em mim." (Autor Desconhecido)
31/01/2012
Pare de esconder o ouro!

Às vezes eu não sei se tenho inveja ou se tenho raiva de quem consegue ficar calado diante das mais diversas situações.
Por um lado, estas pessoas se poupam de inúmeras situações constrangedoras e de passarem por chatas. Por outro, passam muitas vezes despercebidas, a ponto de entrar e sair de algum lugar e ninguém notar, não ter sua opinião valorizada por ninguém e, é claro, deixar de participar e expor seu modo de ver as coisas em conversas e situações em que o diálogo é essencial.
Eu me vejo como uma pessoa de opinião e poucas coisas me deixam mais contrariadas do que não poder me colocar e dizer o que penso.
Sei que não dá para sair por ai vomitando nossas verdades, mas com jeitinho e um tanto de bom senso, podemos mostrar nosso ponto de vista e com isso trocar, aprender e renovar nossos velhos conceitos.
Na verdade, eu fico mesmo com raiva é de gente que não fala por medo de se expor e de ser colocado em cheque. Essas pessoas me transmitem sempre uma sensação de desconfiança ou de vazio, visto que parecem ter algo a esconder ou falta do que dizer.
E definitivamente nenhum dos dois tipos me agrada ter por perto.
23/12/2011
Bola pra frente
Se vc precisa desenhar para alguém que está a fim dela é porque definitivamente esta pessoa não serve para você. Afinal, quem é que precisa de um asno como namorado?
Pode ser que seja cedo para desistir, mas é mais fácil agora que ainda não existem laços mais profundos, do que depois de mais tempo de envolvimento e amizade.
Aliás, como foi falado, às vezes as coisas acabam acontecendo sem o menor esforço.
18/12/2011
A história de uma idiota

Daí você encontra aquele cara especial, com o olhar mais doce e cheio de brilho que você já viu nos últimos tempos, que tem tudo a ver com você, que gosta das mesmas coisas e que tem um jeito que faz seu coração ficar cheio de esperança de que dessa vez pode ser diferente.
Tudo vai acontecendo com naturalidade, vocês vão contando coisas da vida um para o outro, vão se conhecendo, descobrindo afinidades e contando detalhes íntimos que não estão acostumados a contar para mais ninguém.
Quando você percebe, não para mais de pensar no tal cara, começa a fantasiar um mundo de coisas e não consegue se concentrar em mais nada.
Aí um dia você resolve bancar a engraçadinha e dizer que tem uma amiga gata e que vai apresentar para ele.
Pronto, está feita a merda toda! Ele resolve olhar tudo ao seu redor, menos você.
Resultado: Maaaaaaaaaais uma vez você passa como a amiga legal - que parece um outro cara - e que ainda serve de cupido para as conquistas do tal "fofo".
Depois ainda é obrigada a ouvir os elogios dele para outras mulheres e a lembrança de que você deve a apresentação da tal amiga para ele.
Agora diz aí, o que fazer depois disso?
02/12/2011
Encontrando o "Pode ser?"

Hoje eu tive uma certeza...
Escrever é um hobby e sempre foi imensamente prazeroso, mas agora sei que não é isso que eu desejo fazer para o resto dos meus dias.
Ok, explico!
Conforme havia postado estes dias, acabei de sair de uma empresa onde trabalhava numa redação, postando nas redes sociais e produzindo notas para um site. Até ai, tudo bem! Saí porque não curti inúmeras coisas e estava super confusa com relação a minha vocação.
Daí ontem fui chamada para uma entrevista em uma agência de comunicação e a vaga era justamente para trabalhar na redação. Só que desta vez o assunto era algo que eu conheço e gosto bastante e por isso resolvi aceitar para ver se o meu problema era aqueeeeeele trabalho que larguei, com todos os seus prós e contras, ou se o que eu não queria era ficar sentada, absorvendo conteúdo e colocando o que vejo em palavras.
Pois bem, relutei mas acabei indo hoje logo cedo fazer o teste, lááááá onde Judas perdeu as meias, só para ver qual era a minha.
Durante todo o processo estava tranquila, não travei, não fiquei nervosa, não tive vontade de sair correndo, nem nada. Mas ali, naquele lugar, senti que tudo aquilo me parece tedioso e que não tenho o menor tesão em continuar nesse caminho. Lá percebi que aquilo não faz o menor sentido pra mim.
Posso até mesmo ter uma certa habilidade com as palavras, mas não, não é isso que eu quero fazer!
Me lembro que uma vez, na faculdade, quando um professor disse que o jornalista não tinha autonomia e nem poder para mudar algo. Que ele era apenas o cara que relata as coisas, "bota a boca no mundo" e mostra onde estão os acontecimentos. Naquele mesmo dia senti que a minha função no mundo está muito além de mostrar o que vejo com palavras.
Mesmo assim resolvi continuar! Achei que era apenas medo de não dar certo na profissão. O resultado é que tentei... Tentei e descobri que gosto de pensar e botar em prática estratégias, de ser o agente transformador, aquele que faz a diferença.
Escrever, para mim, é diversão e acima de tudo requer inspiração. Já o meu negócio é botar a mão na massa e ficar nos bastidores, produzindo, vendo todas as etapas de um trabalho.
Não desvalorizo de forma alguma o trabalho do jornalista que escreve em assessorias ou redações, apenas sou diferente e agora vejo que meu caminho não é e nem será este.
Agora sinto que o que eu quero de verdade é estar no olho do furacão!
Assinar:
Postagens (Atom)

